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Turismo de Aventura

Monte Roraima. Uma Aventura inesquecível

Um dos lugares mais antigos do planeta, o Monte Roraima marca a divisa dos três países da América do Sul: Brasil, Venezuela e República Cooperativa da Guiana, e está catalogado como o quanto ponto mais elevado do país, com 2.875 metros (embora há informações contestando essa posição). O nome do monte é que deu origem ao estado de Roraima, a partir da expressão ROROI (verde azulado) e MA (grande), na língua Pemon (indígenas que vivem ao sul da Venezuela, da mesma etnia Taurepang, no Brasil).

O Monte Roraima tem atraído a atenção de turistas, aventureiros, cientistas,biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e todos aqueles que buscam nesta fascinante aventura o reencontro consigo mesmo e com a origem da vida, levando a todos a repensarem o verdadeiro sentido da vida.

 

Ocupando apenas 2,6% do território nacional, Roraima conta com a honra de abrigar o ponto mais setentrional brasileiro - o Monte Caburaí, com 1.456 metros de altura, na fronteira com a Guiana.

 

Roraima é uma das regiões de maior biodiversidade: lavrados, serras, florestas densas fazem do cenário roraimense um dos mais ricos e diferentes do país. Há quem diga que boa parte do estado já foi um imenso lago ( o lendário Lago Manoa), e há indícios palpáveis de que realmente isto tenha ocorrido no passado, Outros atrativos naturais do estado: Serra do Tepequém, Pedra Pintada, Corredeiras do Bem-Querer, Cachoeira do Uiramutã, Caracaranã, Reserva ecológica de Maracá, etc.

 

A cultura de Roraima é outro atrativo de externa riqueza, com destaque especial à cultura indígena de 116 etnias diferentes - entre elas a dos lanomamis, datada de 10 mil anos, mesma época da cultura inca do Peru.

O primeiro homem a vislumbrar o Monte Roraima foi o inglês Sir Walter Raleigh em 1595. Chegou até a base, mas não conseguiu subir, e somente em 1884 o botânico Everard Im Thurn, conseguiu a proeza. Seus impressionantes relatos inspiraram o escritor Arthur Conan Doyle na obra imortal "O Mundo Perdido".

 

Onde Fica:
Ao norte do estado de Roraima, na divisa com a Venezuela.

 

Como Chegar:
Ir de avião até Boa Vista, capital do estado. A partir de Boa Vista são necessária 2 horas de estrada pela Br 174 até Santa Elena de Uairén, totalmente asfaltada Depois mais 66km até a entrada da vicinal que conduz à comunidade indígena de Paraytepui, localizada no Parque Nacional Gran Sabana.

 

Quando ir:
A melhor época é no período menos chuvoso, que compreende novembro a início de Abril. Mas cada ano é muito singular, melhor contratar o guia antecipadamente para saber as condições climáticas da região, que é muito particular. Nesse período sugerido as trilhas são menos escorregadias, a travessia de alguns rios é menos complicada e há um pouco mais de "conforto" nos acampamentos. As viagens nos outros períodos representam uma aventura maior, compensada também espetáculo das cachoeiras muitas densas. A temperatura na base oscila em torno dos 20º graus, e no topo fica por volta de zero grau à noite.

 

O que levar:
É indispensável um completo equipamento para trilha. Deve-se lembrar que são, pelo menos, 6 dias longe da civilização, sem nenhum contato com o mundo urbano. Portanto, não pode faltar nada. Quanto à alimentação, recomenda-se levar um pouco acima da previsão do grupo, pois os indígenas nem sempre respondem por sua previsões. A listas destes itens pode ser fornecida pelo gula que organiza a viagem.

 

Importante:
O rigor na fiscalização da fronteira depende muito do humor dos plantonistas. O passaporte é importante. Exige-se também vacina contra febre amarela. Não é necessário visto de entrada, ela é concedida na fronteira.

 

O tempo está parada no alto de algumas montanhas do sudeste da Venezuela. Não são montanhas pontiagudas, verdejantes ou nevadas como as que estamos acostumados a contemplar. Nem fazem parte de cadeias com alturas monumentais como os Andes ou o Himalaia - as mais altas ali não superam os 3.000 metros. Porém, não existe montanhas iguais em nenhum outro lugar do planeta. Nascidas num tempo remoto que a vida na terra nem sequer engatinhava, há quase uma centena delas entre as florestas e savanas venezuelanas, invadindo a Amazônia brasileira e a Guiana. Ela tem formas curiosas, cilíndricas, com paredões radicais cor de terra que sustentam imensos platôs. Parecem mesas imensas, e ficaram conhecidas como tepuis, palavra que significa montanha na língua dos índios pemons - grupo ancestral que habitam aquela região. Com sua espécies vegetais a formação rochosas assustadoras que chegam a lembrar dinossauros, o Monte Roraima é o mais complexo, desafiador e misterioso dos tepuis.

 

Terra de lendas e plantas exóticas: Como todos os tepuis destas região, o Monte Roraima começou a ser desenhado há quase dois bilhões de anos, quando nem se quer os continentes apresentavam seus contornos atuais. O topo de Roraima é um lugar sinistro, sem referências geográficas em qualquer outra região da Terra. O exército de pedras escuras do platô, com formas e dimensões distintas que variam conforme a luz, seria capaz de instigar a imaginação até do mais duro e cético dos escritores. Muitos trechos de seus quase 90km de área permanecem ainda intocados, seja pela dificuldade de acesso ou pela crenças indígenas que os isolam. Para se ter uma idéia, somente em 1976 é que o primeiro homem (o escritor venezuelano Charles Brewer-Carias) desvendou o impressionante Vale dos Cristais, local próximo ao ponto que marca a tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Já as lendas mantidas vivas pelos índios fazem com que os visitantes e estudiosos juram ter vistos criaturas pré-históricas, ou ouvido, urros estranhos e horrendos quando alojados na área do Monte Roraima. Mas os únicos seres vivos devidamente registrados no topo do Monte são alguns insetos, entre eles a peculiar borboleta-tigre e o sapo de nome científico Oreonphynellia Queichil (é um sapinho preto da barriga vermelha, do tamanho da unha do dedão). Estima-se que pelo menos 400 tipos de bromélias e mais de 2.000 tipos de flores e samambaias compõem a diversidade da flora. Isoladas ao longo de milhões de anos, forçadas a adaptar-se por causa da falta de nutrientes do solo, elas evoluíram em novas espécies - as bromélias, por exemplo, criaram surpreendentes hábitos carnívoros, alimentando-se de insetos.

Névoa aumenta o clima de mistério: a partir de aldeia Paraytepui, distante 26km da base do Monte Roraima, são dois ou três dias inteiros de caminhada pela savana, subindo e descendo a todo instante até o alto da montanha. Às margens do Rio Tek (5 horas desde a aldeia) já se tem uma bela vista do Monte Kukenan, irmão do Roraima, mas de exploração muito mais difícil, possível apenas em período de poucas chuvas.

 

No verão, estação mais seca, é comum a fumaça das queimadas invadir os acampamentos da trilha. A estiagem, porém, é um fenômeno raro. Chove regularmente ali durante pelo menos oito meses do ano. E mesmo de dezembro a abril, época de menos chuvas, o Roraima vive envolto em nuvens, que criam um microclima especial, contribuindo com atmosfera misteriosa e sombria. Além disso, as águas proporcionaram a existência de cachoeiras espetaculares, como o famoso Salto Angel, no Ayuan Tepui, o Maior salto d'água do mundo em queda livre.

 

Respeito à montanha de cristal: O marco piramidal que define a tríplice fronteira, um elemento totalmente estranho à paisagem, fica numa espécie de arena, cercada por impressionante formações. De um lado o Vale do Cristais, extenso e bonito (na Venezuela). Do outro, o temido labirinto (na Guiana). Próximo, outro caminho cheio de fenda e lagoas leva ao paredão do lado brasileiro. Muito além do labirinto fica o Lago Gladys - assim batizado em homenagem a um lago citado em O Mundo Perdido, obra do escritor inglês Arthur Connan Doyle, que claramente se inspirou em relatos sobre o Monte Roraima para compor a Atmosfera misteriosa de seu livro. Muitos índios dizem que o Lago Gladys não existe. Alguns que já estiveram por lá criam dificuldades para encarar mais dois de trilhas "suicida"a partir do ponto tríplice. O caminho ao lago é apenas um entre os muitos temores dos índios permons, que exercem um estranho controle sobre a montanha. A atual geração de nativos incumbida de guiar os visitantes parece enfrentar a tarefa com resignação e dor. O dinheiro do turismo é a sua principal fonte de renda, mas eles se sentem um tanto incomodados por essa relação a montanha. Assim , muitas vezes, mostram-se dispersivos, observam calados os visitantes e recriminam fortemente atitudes de alguns, como levar cristais ou outros abjetos que possam servir de lembranças. Por isso, hoje, é feita uma revista minuciosa no retorno da viagem, justamente para coibir essas ações.

 

Sob o olhar dos imensos tepuis, a Terra evolui, mudou, moveu-se esculpiu praias, montanhas e desertos, deslocou homens e impôs desafios. Anônima e eterna testemunha desta trajetória, o Monte Roraima é um lugar mágico onde o silêncio emite sons, as pedras se movimentam, a vida viaja num sopro de vento.

 

Dinossauros existem? Claro que sim. O Monte Roraima está lá para mostrar isso, pois num mundo onde os sonhos e a imaginação estão acima de qualquer suspeita, tudo é possível.

 

Sozinho ou em grupo, trilhar os caminhos que levam ao topo do Monte Roraima é sempre uma aventura inesquecível, mas para que isso aconteça realmente, são preciosos alguns cuidados especiais e, sobretudo, um bom planejamento.

Jamais subestime o Monte Roraima - muita gente desconhece a sua realidade e abusa da sorte. Ternos inúmeros relatos de situações que não precisavam ocorrer caso usassem o bom senso. Não queira ser uma estatística negativa. Esteja sempre atento às orientações recebidas, seja cauteloso com cada detalhe , e saiba que êxito maior de toda a energia positiva que o lugar lhe proporcionará. Com certeza, nunca se esquecerá dos dias vividos lá em cima.

 

O que oferecemos para esta aventura maravilhosa:

  • Reuniões preparatórias para a expedição.
  • Organização completa da viagem (todo o apoio logístico).
  • Orientação dos equipamentos necessários.
  • Melhor roteiro da viagem p/ máximo aproveitamento.
  • Informações importantes, fundamentadas na experiência de 10 anos de Monte Roraima.
  • Reserva do período da viagem (subida e descida), junto à comunidade indígena e Guarda Nacional Venezuelana (Inparques).
  • Indicação e intermediação na contratação dos melhores guias indígenas e carregadores - pessoas da nossa inteira confiança.
  • Alimentação para todo o percurso da trilha, ida e volta, a partir de Paraitepuy.
  • Translado de Boa Vista até a Aldeia indígena de Paraitepuy, passando por Stª. Elena - ida e volta até Boa Vista.
  • 1 carregador indígena para grupo de 4 pessoas, ou
  • 2 carregadores para grupos de 6 pessoas, ou
  • 3 carregadores para grupos de 8 pessoas.

Obs:Todo material de uso coletivo ( com exceção das barracas e sleeps - que poderão ser alugados à parte).

 

PACOTE 6 DIAS

 

Ida e Volta ao topo do Monte com uma noite lá em cima
1º dia: saída de Boa Vista às 06:00hs com destino a Sta. Elena de Uaíren chegada prevista para 09:30hs. Breve parada para lanche, fotos e saída para San Francisco de Yuruani com chegada por volta das 13:00hs. Troca de veículos e partida imediata para Paraytepui. Viagem de uma hora, aproximadamente. Neste dia, montaremos acampamento na aldeia indígena, preencheremos o registro de nossa presença, e seremos apresentados aos nativos que nos acompanharão durante toda trilha, momento no qual se estabelecerá todo o detalhe necessário para a viagem.
2º dia: Distribuição e passagem da bagagem. Saída entre 07:00 e 08:00hs. Tempo de caminhada prevista em cinco horas até o acampamento no Rio Kukenan, num percurso de 16km. Chegada entre 13:00 e 14:00hs. Montar acampamento, reconhecimento do área, fotos, descanso, algumas reflexões e informações sobre o que está por vir.
3º dia: Saída por volta das 08:00hs rumo à base da montanha. Percurso de 8km com caminhada de 4 a 5 horas. Apesar do percurso ser menor, o esforço já é bem maior devido a ser de 70% de subida. Chegada prevista para 13:00 hs. Na chegada montar acampamento, alimentar-se, tomar um banho nas águas frias, reconhecimento da área para fotos, meditação, e informações sobre o que será no dia seguinte.
4º dia: Saída as 08:00hs rumo ao topo. Trilha de mais ou menos 4,5km com duração de 4 a 5 horas de subida. Um dos momentos mais bonitos da trilha, com paradas durante o trajeto para fotos, descanso, admirar a paisagem maravilhosa, ver flores como orquídeas de diversos espécies, pequenos pássaros. Passa-se por vários igarapés e sob uma cachoeira Hora estimada da chegada por volta 13:00hs. Breve parada para recuperar o fôlego, e seguir para o local do acampamento. Após a montagem das barracas organizar os equipamentos, fazer um pequeno tuor pelas imediações, conhecer um pequeno vale de cristais, as banheiras Jacuzzi e ir até o paredão admirar o horizonte e toda Gran Sabana.
5º dia: Hora de retornar a civilização. Após o café, levanta acampamento e iniciar a descida por volta das 08:00hs. Descida prevista em 4 horas até a base, com paradas de uns 40 minutos para descanso e alimentação e seguir direto para acampamento no Rio Tek, com chegada para 15:00hs. Aproveitar restante do dia para descanso, banho e reconhecimento do local, fotos. Depois de toda essa caminhada, esse é nosso acampamento mais confortável.
6º dia: Última etapa. Iniciar caminhada rumo a aldeia no mesmo horário dos dias anteriores. Trecho de 15kms com 4 horas de duração, chegada por volta do meio-dia. Descanso de uma hora, alimentação, acerto final com nativos, inspeção de rotina pela guarda do Inparques, e retorno a San Francisco e em seguida para Sta. Elena e posteriormente para Boa Vista, com previsão da chegada na cidade ás 20:30hs.

 

PACOTE 7 DIAS

 

Ida e Volta ao Vale dos Cristais com 2 noites no topo
1º dia: saída de Boa Vista às 06:00hs com destino a Sta. Elena de Uaíren chegada prevista para 09:30hs. Breve parada para lancha, fotos e saída para San Francisco de Yuruani com chegada por volta das 13:00hs. Troca de veículos e partida imediata para Paraytepui. Viagem de uma hora, aproximadamente. Neste dia, montaremos acampamento na aldeia indígena, preencheremos o registro de nossa presença, e seremos apresentados aos nativos que nos acompanharão durante toda trilha, momento no qual se estabelecerá todo o detalhe necessário para a viagem.
2º dia: Distribuição e passagem da bagagem. Saída entre 07:00 e 08:00hs. Tempo de caminhada prevista em cinco horas até o acampamento no Rio Kukenan, num percurso de 16km. Chegada entre 13:00 e 14:00hs. Montar acampamento, reconhecimento do área, fotos, descanso, algumas reflexões e informações sobre o que está por vir.
3º dia: Saída por volta das 08:00hs rumo à base da montanha. Percurso de 8km com caminhada de 4 a 5 horas. Apesar do percurso ser menor, o esforço já é bem maior devido a ser de 70% de subida. Chegada prevista para 13:00 hs. Na chegada montar acampamento, alimentar-se, tomar um banho nas águas frias, reconhecimento da área para fotos, meditação, e informações sobre o que será no dia seguinte.
4º dia: Saída as 08:00hs rumo ao topo. Trilha de mais ou menos 4,5km com duração de 4 a 5 horas de subida. Um dos momentos mais bonitos da trilha, com paradas durante o trajeto para fotos, descanso, admirar a paisagem maravilhosa, ver flores como orquídeas de diversos espécies, pequenos pássaros. Passa-se por vários igarapés e sob uma cachoeira Hora estimada da chegada por volta 13:00hs. Breve parada para recuperar o fôlego, e seguir para o local do acampamento. Após a montagem das barracas organizar os equipamentos, fazer um pequeno tuor pelas imediações, conhecer um pequeno vale de cristais, as banheiras Jacuzzi e ir até o paredão admirar o horizonte e toda Gran Sabana.
5º dia: Saída com destino ao Vale dos Cristais. El Fosso e Ponto Triplo, num percurso de 4 horas de caminhada na ida e mais 3,5hs de retorno, com intervalo de uma hora e meia no local para fotos, reconhecimento da área, descanso e alimentação. Chegada no acampamento de origem no final da tarde. Para este dia não se leva todo o equipamento, apenas o essencial para passar o dia. É a nossa segunda noite em cima.
6º dia: Hora de retornar à civilização. Após o café, levanta acampamento e iniciar a descida por volta das 08:00hs. Descida prevista em 4 horas até a base, com paradas de uns 40 minutos para descanso e alimentação e seguir direto para acampamento no Rio Tek, com chegada para 15:00hs. Aproveitar restante do dia para descanso, banho e reconhecimento do local, fotos. Depois de toda essa caminhada, esse é nosso acampamento mais confortável.
7º dia: Última etapa. Iniciar caminhada rumo a aldeia no mesmo horário dos dias anteriores. Trecho de 15kms com 4 horas de duração, chegada por volta do meio-dia. Descanso de uma hora, alimentação, acerto final com nativos, inspeção de rotina pela guarda do Inparques, e retorno a San Francisco e em seguida para Sta. Elena e posteriormente para Boa Vista, com previsão da chegada na cidade ás 20:30hs.

 

PACOTE 9 DIAS

 

Ida e Volta Lago Gladys com 3 noites no topo
1º dia: saída de Boa Vista às 06:00hs com destino a Sta. Elena de Uaíren chegada prevista para 09:30hs. Breve parada para lancha, fotos e saída para San Francisco de Yuruani com chegada por volta das 13:00hs. Troca de veículos e partida imediata para Paraytepui. Viagem de uma hora, aproximadamente. Neste dia, montaremos acampamento na aldeia indígena, preencheremos o registro de nossa presença, e seremos apresentados aos nativos que nos acompanharão durante toda trilha, momento no qual se estabelecerá todo o detalhe necessário para a viagem.
2º dia: Distribuição e passagem da bagagem. Saída entre 07:00 e 08:00hs. Tempo de caminhada prevista em cinco horas até o acampamento no Rio Kukenan, num percurso de 16km. Chegada entre 13:00 e 14:00hs. Montar acampamento, reconhecimento do área, fotos, descanso, algumas reflexões e informações sobre o que está por vir.
3º dia: Saída por volta das 08:00hs rumo à base da montanha. Percurso de 8km com caminhada de 4 a 5 horas. Apesar do percurso ser menor, o esforço já é bem maior devido a ser de 70% de subida. Chegada prevista para 13:00 hs. Na chegada montar acampamento, alimentar-se, tomar um banho nas águas frias, reconhecimento da área para fotos, meditação, e informações sobre o que será no dia seguinte.
4º dia: Saída as 08:00hs rumo ao topo. Trilha de mais ou menos 4,5km com duração de 4 a 5 horas de subida. Um dos momentos mais bonitos da trilha, com paradas durante o trajeto para fotos, descanso, admirar a paisagem maravilhosa, ver flores como orquídeas de diversos espécies, pequenos pássaros. Passa-se por vários igarapés e sob uma cachoeira Hora estimada da chegada por volta 13:00hs. Breve parada para recuperar o fôlego, e seguir para o local do acampamento. Após a montagem das barracas organizar os equipamentos, fazer um pequeno tuor pelas imediações, conhecer um pequeno vale de cristais, as banheiras Jacuzzi e ir até o paredão admirar o horizonte e toda Gran Sabana.

5º dia: Saída com destino ao Vale dos Cristais. El Fosso e Ponto Triplo, num percurso de 4 horas de caminhada, com parada de uma hora e meia no local para fotos, reconhecimento da área, descanso e alimentação. Seguir em frente rumo ao "Hotel Brasil", acampamento numa gruta bastante "confortável" a cerca de 40 minutos do Ponto Triplo. Chegada por volta da 15:00hs. Montar acampamento, e dar uma geral das imediações, indo até outro paredão para admirar a paisagem no lado brasileiro do Monte Roraima.

6º dia: Deixar o acampamento montado e levar só o indispensável para um dia inteiro de passeio, e seguir rumo a área, Lago Gladys e Labirinto, num percurso de 7 horas entre a ida e o retorno. Chegada de volta ao acampamento do origem no final da tarde.

7º dia: Hora de retornar à civilização. Após o café, levanta acampamento e iniciar o retorno para acampar na base. Tempo previsto de caminhada: 7 horas. Esta parte é bastante extenuante, compensada pela satisfação de tudo o que se viu e sentiu no alto do Monte. Chegada por volta das 16:00hs, aproximadamente.
8º dia: Penúltima etapa. Levantar acampamento e iniciar caminhada para o pernoite no Rio Tek, distante 9km da base, num trecho de 3 horas de descida tranqüila. Chegada prevista para pouco depois do meio-dia. Depois de toda a aventura, este passa a ser considerada o nosso melhor acampamento, o frio já não castiga mais, se houver lua será um brinde dos deuses, e as estrelas com certeza olharão sorrindo para cada um de nós, saudando-nos.
9º dia: Última etapa. Iniciar caminhada rumo a aldeia no mesmo horário dos dias anteriores. Trecho de 15kms com 4 horas de duração, chegada por volta do meio-dia. Descanso de uma hora, alimentação, acerto final com nativos, inspeção de rotina pela guarda do Inparques, e retorno a San Francisco e em seguida para Sta. Elena e posteriormente para Boa Vista, com previsão da chegada na cidade ás 20:30hs.

VALORES: SOB CONSULTA

  • Formas de pagamento
    • 50% no ato da confirmação da reserva
    • Saldo restante no início da Expedição;
  • As Reservas devem ser preferencialmente com 15 dias de antecipação.
  • Após de feita a reserva, caso haja desistência, não haverá devolução de valores.
  • As saídas são marcadas, porém as datas são flexíveis variando de grupo para grupo.

 

 


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